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A relação entre qualidade de vida e a saúde no trabalho

Em:01/12/15 Por:barela

Ambientes profissionais hostis podem causar danos para a vida pessoal

Em geral, o trabalho ocupa a maior parte do tempo das pessoas. Por isso, muito do que acontece nesse período tem reflexos permanentes que podem prejudicar ou contribuir para a qualidade de vida fora da empresa. Está mais do que provado, por exemplo, que um ambiente profissional hostil (física ou psicologicamente) pode causar doenças severas, que não escolhem hora ou local para se manifestarem.

Nesse sentido, os acidentes são a parte mais evidente. De acordo com o Ministérios da Previdência Social e do Trabalho e Empresa, ocorrem cerca de 700 mil acidentes de trabalho por ano no Brasil ou quase dois mil por dia. Esses eventos resultam em fraturas, luxações e até amputações, ou seja, implicações que podem provocar sequelas permanentes ou, no mínimo, obrigar a períodos prolongados sem a qualidade de vida desejada.

Além da simples falta de segurança (ou de treinamento adequado para o exercício das funções), condições insatisfatórias de higiene e das instalações físicas, entre outras, também não são raras e ocorrem muitas vezes sem que o funcionário ou a empresa se deem conta. Alguns efeitos nocivos são produzidos silenciosamente por anos e, depois, se manifestam de maneira devastadora, alerta o médico do trabalho Eduardo Jesuíno.

A saúde (ou falta de) no trabalho também está relacionada ao ambiente. Um estudo realizado no Canadá e publicado pelo periódico BMC Public Health revelou que cerca de 30% dos profissionais que atuam em locais com níveis de stress elevados acabam desenvolvendo problemas fisiológicos, mentais ou emocionais. Obviamente essas patologias interferem em suas interações familiares e sociais.

Por outro lado, pesquisas de satisfação indicam que um dos principais motivos para um profissional se manter feliz, e saudável, no trabalho é o bom relacionamento com colegas e a chefia. De um modo geral, as pessoas, hoje em dia, estão em busca de mais qualidade de vida; e, para alcançá-la, a satisfação profissional se tornou fundamental”, argumenta Aline Duarte Moreira, da Faculdade de Ciências da Saúde do Centro Universitário de Brasília.

As horas que o indivíduo passa trabalhando, portanto, afetam de maneira relevante o restante da sua vida. É importante levar isso em consideração para avaliar sua ocupação atual e, eventualmente, quando for buscar recolocação no mercado.

A Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) oferece orientação em relação a isso:

“É essencial escolher uma atividade que atenda às suas necessidades. Se você quer um trabalho que envolva a sua mente e te desafie, é importante entender isso com antecedência para alcançar as qualificações necessárias para o cargo. Depois, faça uma lista de coisas que está procurando em um emprego e fale com um conselheiro de carreira ou visite feiras profissionais para determinar quais empresas se encaixam no perfil. Finalmente, quando for a entrevistas, preste atenção como é a interação no ambiente, pois a forma como será tratado por seu chefe e colegas terá um tremendo impacto sobre a sua qualidade de vida”.

Do lado da empresa, é um bom negócio manter os colaboradores saudáveis. Especialistas garantem que a cada R$ 1 investido em ações de saúde ocupacional, a organização pode economizar até R$ 5 em ações trabalhistas, multas, absenteísmo e queda de produtividade. Sobre isso, leia o texto “Saúde e qualidade de vida no ambiente de trabalho”.

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