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H1N1 – Sintoma, Tratamento e Prevenção

Em:05/04/16 Por:barela

Também popularmente conhecida como a gripe suína , causada pelo vírus influenza A/H1N1, a gripe H1N1 é transmitida de pessoa para pessoa por gotículas respiratórias no ar (através de tosse ou espirro), por saliva e toque de superfície contaminada. Confira abaixo mais informação sobre essa doença que vem preocupando a população e deixando os hospitais lotados.

Após o zika, o Brasil foi atingido por um novo surto da gripe H1N1. De acordo com boletim do Ministério da Saúde, até o final de março ocorreram 71 mortes pela doença – duas vezes mais do que o total de óbitos em todo o ano de 2015. No mesmo período, os casos (444) triplicaram em relação ao ano passado. Além disso, há registro de pacientes em 15 estados do país, embora a maioria esteja no Sudeste.

A incidência no Brasil costuma ocorrer nos meses de inverno, mas em 2016 aconteceu antes e se manifestou de maneira bem mais severa. Por isso a vacinação anual contra gripe foi antecipada em alguns estados. A teoria mais aceita é que o fenômeno aconteceu devido ao grande fluxo de viajantes vindo de regiões mais frias como Europa, EUA e Canadá.

O que é?

A gripe H1N1 (ou Influenza tipo A ou gripe suína) é causada por uma mutação do vírus da gripe comum, descoberta inicialmente em porcos (por isso gripe suína). Ficou conhecida durante uma pandemia entre 2009 e 2010 que afetou pessoas em 207 países e provocou aproximadamente 9 mil mortes.

A H1N1 apresenta sintomas semelhantes aos outros tipos de gripe, porém oferece risco maior de complicações como pneumonia, sinusite ou agravamento de doenças pré-existentes, sobretudo pulmonares e cardíacas.

Transmissão

Acontece como na gripe comum, por meio de secreções respiratórias, tosse ou espirro principalmente. Também pode ocorrer pelo contato da mão na boca e olhos após contato com superfície contendo o vírus. Depois da infecção, a pessoa demora até quatro dias para sentir os sintomas e até sete para começar a infectar outras pessoas.

Sintomas

– Febre alta

– Tosse

– Dor de cabeça

– Dores musculares

– Falta de ar

– Espirros

– Dor na garganta

– Fraqueza

– Coriza

– Congestão nasal

– Náuseas e vômitos

– Diarreia

São sintomas semelhantes aos da gripe comum, mas que, no caso da H1N1, podem levar a complicações graves e resultar na morte do paciente.

Diagnóstico

O primeiro passo é procurar um médico que pode ser o clínico geral, infectologista ou pneumologista. Caso faça parte do grupo de risco (veja no próximo tópico) é fundamental realizar a consulta assim que perceber os sintomas iniciais. E também se tiver sintomas como febre persistente, falta de ar e agravamento de doenças crônicas.

Quase todas as mortes ocorridas por H1N1 no Estado de S. Paulo foram de pacientes que não iniciaram o tratamento nas primeiras 48 horas.

O médico vai realizar os procedimentos clínicos e, se for o caso, enviar material para análise de laboratório.

Grupos de risco

– Gestantes

– Puérperas (mulheres que deram à luz recentemente)

– Portadores de doenças crônicas

– Obesos

– Pessoas com Down

– Portadores de doenças neurológicas e do desenvolvimento

– Menores de 5 cinco anos

– Idosos

Tratamento

Também como na gripe comum, a maioria dos casos é solucionada com repouso e ingestão de líquidos. Em situações mais graves é indicado o uso de antivirais, em especial o Tamiflu.

Prevenção

– Evitar contato com pessoas infectadas

– Lavar sempre as mãos e evitar levar as mãos ao rosto e à boca

– Esterilizar as mãos com álcool-gel para garantir

– Hábitos saudáveis

– Boa alimentação

– Bastante água

– Não compartilhar objetos de uso pessoal

– Tomar a vacina de acordo com indicação médica

Fontes:

– Ministério da Saúde

– O Estado de S. Paulo

– Portal Minha Vida

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