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Saiba quais são as vacinas para adultos e as doenças que previnem

Em:21/12/16 Por:barela

Os adultos também devem se vacinar, sobretudo os considerados em grupos de risco com doenças crônicas e acima dos sessenta anos. São vários medicamentos, além do tradicional contra a gripe, que previnem diversas doenças. Agem tanto contra bactérias como contra vírus para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, imunizar permanentemente, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar.

Vacinas para Adultos

Confira sete tipos que você precisa tomar.

1 – Difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria e contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

O tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância, mas depois os adultos devem tomar o reforço de dez em dez anos.

2 – Vacina Tríplice-viral – para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. Nos adultos, a doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, eles também devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

A caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. As mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.

3 – Vacina contra a hepatite B

A Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que têm a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose.

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco, que tenham contato frequente com sangue como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares.

4 – Pneumo 23 – Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, ataca pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos.

A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração – alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.

5 – Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. Se não for tratada pode matar.

Por isso, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco.

6 – Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe é essencial para indivíduos com mais de 60 anos. Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe. Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam.

Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano.

7 – HPV

A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano – o HPV. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele.

Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação.

8 – Vacina para Herpes Zóster

Herpes Zóster é uma infecção viral que provoca vesículas na pele e geralmente é acompanhada de dor intensa. É causado pelo vírus varicela-zoster – o mesmo agente da catapora – e acomete pessoas que tiveram catapora em algum momento da vida e ficaram com vírus latente (adormecido) em gânglios do corpo. Anos mais tarde, esse vírus pode reativar na forma de Herpes Zóster.

Embora não seja uma condição de risco de vida, o Herpes Zóster pode ser muito doloroso. Como o vírus fica latente durante muitos anos, a doença é mais comum em idosos e pessoas acima dos 50 anos.

A vacina é administrada em esquema de dose única, via subcutânea, preferencialmente no braço. “É indicada para pessoas a partir de 50 anos de idade na prevenção não só da doença, mas também da neuralgia pós-herpética. A neuralgia pós-herpética se caracteriza por uma dor e queimação no local em que o herpes zóster ocorreu, sendo a complicação mais comum da doença. De acordo com Renato, a vacina também ajuda na redução da dor aguda e crônica associada ao Zóster.

A vacina ainda não é distribuída em postos de saúde. Se você tem mais de 50 anos e já foi exposto ao vírus da varicela, converse com seu médico ou médica para entender a necessidade de se vacinar para Herpes Zóster.

Fonte: Portal Minha Vida

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