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Segunda opinião médica pode reduzir custos com planos de saúde

Em:20/02/17 Por:barela

Estimativa é de economia de 10% após um ano da adoção da prática.

Em busca de mais qualidade na assistência e, principalmente, diminuir os custos com os planos de saúde dos funcionários, muitas empresas têm utilizado um sistema que proporciona uma segunda opinião médica em procedimentos de saúde mais complexos.

Reduzir custos com planos de saúde

O princípio é que existe a possibilidade relevante de o primeiro diagnóstico apontar intervenções, como cirurgias, por exemplo, que em uma nova avaliação demonstram-se desnecessárias. De acordo com uma reportagem do Valor Econômico, os técnicos estimam economia de até 10% nos gastos com planos de saúde após um ano de implantação dessa rotina.

Desde 2011, a Bradesco Saúde encaminha beneficiários com indicação de cirurgia de coluna para uma nova análise com médicos do Hospital Albert Einstein. Em pelo menos metade dos casos não foi necessário fazer a operação.

Não são apenas as operadoras que podem tomar essa iniciativa. As empresas também têm a possibilidade de implantar programas próprios nesse sentido, seja contratando um plano que já ofereça essa alternativa ou adotando o mecanismo em sua gestão de benefícios.

Com a adoção desse serviço, em primeiro lugar, a empresa vai oferecer mais qualidade na assistência, pois com uma segunda opinião, em geral realizada por profissionais e instituições reconhecidas, o funcionário terá mais segurança no diagnóstico e eventualmente outra alternativa de tratamento. Sem dúvida, é um incremento no benefício.

E a probabilidade de a empresa economizar com a assistência é enorme, considerando o nível de gastos desnecessários realizados em saúde no país, recursos que são jogados fora e que pressionam os preços dos planos. Um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estimou que o desperdício anual, somente no sistema privado, pode superar R$ 8 bilhões no país.

A realização de uma cirurgia evitável, por exemplo, implica em prejuízos múltiplos. Significa um custo alto de procedimento, que vai impactar no reajuste do plano, e ainda em um período maior de recuperação, o que vai manter o funcionário afastado mais tempo das suas atividades. E o mais importante, vai expor o paciente a um risco desnecessário, pois qualquer operação impõe um grau de perigo.

“Não se deve conter gastos restringindo o acesso aos usuários, mas com políticas de gestão eficientes que reduzam as perdas e melhorem a qualidade, observa o professor de medicina e pesquisador da UFMG Renato Couto, responsável pelo estudo citado.

A segunda opinião médica caminha exatamente nesse sentido. Ela não restringe o acesso do usuário, pelo contrário, oferece mais recursos na assistência. E, ao mesmo tempo, identifica focos de desperdício no tratamento. É um conceito de interesse da empresa, do funcionário e do sistema de saúde como um todo.

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