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Setor de saúde vai gerar os grandes negócios nos próximos anos

Em:25/10/17 Por:barela

Alta na expectativa de vida, mais cuidados com a saúde e desejo de não depender da assistência pública impulsionam o setor

A medida que um país se desenvolve, que é o que acontece com o Brasil apesar de retrocessos pontuais na economia, os gastos com saúde aumentam. Mais expectativa de vida, mais informação e estímulo para se cuidar e avanços nos tratamentos impulsionam a demanda por serviços médicos.

Estamos vivendo este momento no país, conhecido como transição financeira em saúde. Um estudo publicado no periódico científico The Lancet, realizado por uma rede de pesquisadores de todo o mundo e financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, projeta que até 2040 o Brasil vai destinar 11% do PIB ao setor de saúde. Algo equivalente ao aplicado na França (12%) e no Reino Unido (10%).

Por isso, o setor de saúde nacional está na mira dos grandes fundos de investimento, que estão comprando participação em planos de saúde, laboratórios de diagnóstico, fabricantes de equipamentos e medicamentos, além de hospitais. Um levantamento da consultoria espanhola Transactional Track Record (TTR) mostra que os negócios nessa área, entre 2014 e 2016, movimentaram R$ 18 bilhões considerando somente as transações com valores divulgados. É uma soma enorme aportada por especialistas que não gostam de perder dinheiro.

E no Brasil existe uma peculiaridade que torna o setor ainda mais atraente para os negócios. Enquanto nos países europeus mais de 80% dos gastos são feitos pelo Estado, aqui metade do investimento é privado. Neste caso, o sistema é majoritariamente sustentado por beneficiários de planos de saúde que pagam as operadoras que, por sua vez, remuneram hospitais, laboratórios e profissionais de saúde. Desse cenário sai o grosso dos recursos privados que vai para a saúde. E é de onde vai continuar saindo.

Por causa da precariedade da assistência pública, o brasileiro quer ter um plano de saúde. De acordo com uma pesquisa do Ibope Inteligência encomendada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e divulgada em junho de 2017, o plano de saúde está entre os três bens mais desejado pelos brasileiros, junto com educação e da casa própria. O estudo indica que quase 60% das pessoas que ainda não são beneficiárias de um plano colocam o produto no topo da sua lista de anseios.

Portanto, podemos dizer que assim que puder pagar o brasileiro vai contratar um plano de saúde. E, atualmente, somente 25% da população, cerca de 50 milhões de pessoas, têm o benefício, por isso ainda existe um potencial muito grande a ser explorado. Com o reaquecimento da economia, o número de clientes pode dobrar nos próximos anos.

Esse cenário positivo tem atraído investidores para o setor com perspectivas de bons e sustentáveis lucros nos próximos anos. É uma oportunidade que deve ser considerada por empreendedores que planejam ter uma franquia, por exemplo.

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