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A importância da gestão de Recursos Humanos nas empresas

Em:14/03/16 Por:barela

As pessoas são os ativos mais importantes de uma empresa. Essa afirmação é uma unanimidade (inteligente) entre os principais gestores. Sendo assim, elas devem receber atenção redobrada e ter um departamento competente para cuidar da sua administração. E este é o departamento de RH.

O RH, diferentemente do que alguns ainda pensam, não deve ter a função limitada de contratar e demitir funcionários e cuidar da burocracia que isso envolve. Na verdade, uma solução inovadora é terceirar essas tarefas e focar o RH da empresa na sua função mais importante, que é gerir as pessoas.

Em resumo, essa gestão envolve pensar em políticas para motivar e engajar funcionários, preparar lideranças para assumir cargos mais altos e desenvolver programas para tornar o ambiente acolhedor e inspirador. Todos esses pontos são fundamentais para a produtividade de uma empresa e têm que estar sob a responsabilidade de gestores competentes.

“Quando o funcionário sente que a empresa se preocupa com sua a vida pessoal e a dos seus familiares, ele veste a camisa da empresa. As primeiras preocupações do empreendedor na fase inicial do negócio costumam ser suas vendas e seu caixa, porém, é fundamental lembrar que são as pessoas do time que fazem as vendas e geram o caixa. Temos um baixo custo de contratação, de demissão. Temos gestão do conhecimento preservada dentro da empresa e não perdemos conhecimento com a saída desses profissionais. Tudo isso tem um impacto direto. Temos resultados melhores decorrentes de uma produtividade melhor. Consequentemente os resultados financeiros da empresa são reflexos das práticas e atividades de Recursos Humanos”, diz Ricardo Amaro, Diretor de RH da Ticket/Edenred no Brasil.

Estratégias

Como as demais áreas de uma empresa, o RH deve ter uma estratégia e objetivos definidos. Flávio Nusbaum, professor da Fundação Dom Cabral (FDC) e cofundador da Martin Baum Consulting, dá algumas dicas para a montagem de um plano para os recursos humanos:

  1. A organização depende da estratégia

A montagem da equipe deve ser interligada à estratégia do negócio. Caso a empresa já exista e passe por uma mudança sensível, não tente adequar seu quadro de funcionários a esse novo momento. “O organograma é a estrutura que ajudará o empreendedor a chegar aonde quiser”, afirma Nusbaum.

  1. Invista no “CHA”

“CHA”, de acordo com Nusbaum, contempla três grandezas essenciais para o desempenho dos colaboradores: competências, habilidades e atitudes. “Cada pessoa tem características distintas, mas todas elas devem estar dentro do perfil do seu negócio.”

  1. Leve o perfil a sério

“Se o colaborador não tem o perfil comportamental adequado, ou não está apto para exercer uma determinada função, ajude-o. Se ele não estiver disposto a mudar ou aprender, não tem jeito: demita-o”, diz Nusbaum.

  1. Trate desigualmente os desiguais

Em avaliações de desempenho, converse com os funcionários de acordo com seu perfil e desempenho. Um critério único é prejudicial. “Trate desigualmente os desiguais. Ao falar a mesma coisa para todos (o medíocre e o produtivo), o empresário cria um clima ruim na empresa.”

  1. Invista em um “plano de carreira em Y”

Oferecer um plano de carreira é uma ótima medida. Com ele, o empreendedor motiva os funcionários a crescer com a empresa e não precisa perder tempo selecionando novos funcionários – basta promover quem está louco para fazer um trabalho diferente e ganhar mais.

No entanto, é importante oferecer mais de uma opção de ascensão profissional. Afinal, pode ser que o colaborador não tenha o “CHA” – lembra dele? – para a nova função. “O melhor vendedor da sua equipe pode se tornar o pior gerente. Por isso, pense em alternativas”, afirma Nusbaum.

  1. Não esqueça dos bônus e comissões

Ganhar um dinheiro extra é uma motivação e tanto. Por isso, faça o possível para oferecer bônus ou comissões. A escolha por um ou outro depende. “O bônus garante uma remuneração extra maior, mas só vem uma vez ao ano. A comissão pode ser dada todos os meses. Veja a necessidade do colaborador, que pode precisar imediatamente do dinheiro ou não, para fazer a melhor escolha”, diz.

  1. Mas pense além deles

Para empreendedores de orçamento mais apertado, outra opção é motivar os funcionários com prêmios que não sejam monetários. “Houve um tempo, em outro negócio, em que elegia o melhor vendedor de minha empresa. Dava ao escolhido um boné e uma pequena quantia em dinheiro. Era pouco, mas o suficiente para obter ótimos resultados.”

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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