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Cardiopatia congênita em recém-nascido tem cura e prevenção

Em:14/03/16 Por:barela

A cardiopatia congênita em recém-nascido é um defeito na estrutura e função do coração que ocorre no desenvolvimento do feto e pode afetar cerca de 1 em cada 100 crianças, segundo dados da American Heart Association. A sociedade brasileira de cardiologia informa que, no Brasil, nascem em torno de 23 mil crianças com o problema. Dessas, em torno de 80% necessitarão de alguma cirurgia cardíaca durante a sua evolução.

Cardiopatia congênita é um termo genérico que define anormalidades do coração e dos grandes vasos, presentes ao nascimento. Ela pode produzir sintomas de imediato, durante a infância ou só na idade adulta. Em alguns casos, não causa sintomas.

De qualquer maneira, é o problema congênito mais comum e uma das principais causas de morte entre as malformações. A boa notícia é que a cardiopatia congênita pode ser controlada e até curada, sobretudo quando identificado e tratado precocemente.

Problemas

Nos casos mais observados, a doença causa:

– Defeitos na válvula cardíaca: Quando a válvula aórtica bicúspide é formada por dois folhetos em vez de três, como seria o normal. Também pode ocorrer o estreitamento (ou fechamento completo ou vazamento) das válvulas, dificultando o fluxo sanguíneo.

– Defeitos nas paredes entre os átrios e ventrículos do coração que podem provocar a mistura de sangue oxigenado com sangue não oxigenado.

– Anormalidades no músculo cardíaco como má formação do ventrículo direito, esquerdo e ventrículo único.

– Ainda pode ter a combinação entre os defeitos.

Causas

Não se sabe ao certo o que causa a cardiopatia congênita, mas há suspeita de algumas condições:

– A síndrome de Down eleva em até oito vezes a probabilidade de desenvolver alguma cardiopatia

– Determinados medicamentos, álcool ou drogas durante a gravidez

– Infecção viral materna, como rubéola, no primeiro trimestre de gravidez

– O risco pode dobrar se um pai ou um irmão tem um defeito cardíaco congênito.

Sintomas

Embora seja um defeito congênito, os sintomas podem se manifestar somente mais tarde, em alguns casos já na vida adulta. Também podem voltar anos depois da realização de algum tratamento.

Entre as manifestações, estão:

– Cianose (pele com coloração azulada)

– Falta de ar

– Pneumonias de repetição

– Tosse

– Sudorese ou cansaço para as mamadas (neonatal)

– Cansaço

– Tonturas ou desmaios

– Inchaço de tecido do corpo ou órgãos (edema), por disfunção do músculo cardíaco.

Diagnóstico

No feto:

Em alguns casos, a cardiopatia congênita pode ser diagnosticada antes do nascimento, em exames pré-natais com:

– Ecocardiograma fetal

– Ecocardiograma

– Ultrassonografia.

Em crianças e adultos:

Os exames de rotina podem sugerir o problema com um sopro cardíaco, por exemplo. Neste caso, alguns testes podem confirmar a cardiopatia:

– Ecocardiograma

– Eletrocardiograma

– Radiografia de tórax

– Oximetria de pulso

– Tomografia cardíaca

– Ressonância cardíaca

– Cateterismo cardíaco.

Tratamento

O tratamento depende do tipo e da gravidade. Alguns bebês têm cardiopatias leves, que curam por conta própria com o tempo. Em outros casos, pode ser necessário medicamentos ou cirurgia cardíaca. As cirurgias podem incluir procedimentos por cateter, cirurgias de peito aberto ou, nos casos mais graves, um transplante de coração.

Prevenção

Como a causa exata, na maioria dos casos, não é conhecida e pode envolver questões hereditárias, muitas vezes não é possível evitar a cardiopatia. Porém, algumas medidas comprovadamente diminuem o risco:

– Tomar a vacina de rubéola

– Controlar doenças crônicas, como diabetes

– Evitar substâncias nocivas durante a gravidez.

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