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Plano Odontológico cresce como benefício valorizado pelos funcionários

Em:20/11/17 Por:barela

O brasileiro quer ir ao dentista e a empresa pode proporcionar esse desejo com pouco investimento. E ainda diminuir sensivelmente os prejuízos com o absenteísmo

Em direção oposta à crise, o segmento de planos odontológicos tem apresentado crescimento significativo. Entre agosto do ano passado e o mesmo mês deste ano o número de beneficiários cresceu 7,07% no País, a maior expansão desde 2012. Desde 2001, os beneficiários passaram de 3 milhões para mais de 20 milhões. Esses números representam uma evolução no acesso à Odontologia no Brasil, impulsionada por mais informação, valorização da saúde bucal e meios mais econômicos de assistência.

Nos anos 80, somente 5% da população tinha acesso à assistência adequada e 1.584 das 4.024 cidades do país não contavam com um único cirurgião-dentista. O CRO-RJ estimava na época que 10 milhões de brasileiros não tinham dentes e as doenças bucais atingiam 40 milhões de crianças. Noventa e sete por cento dos 119 milhões de habitantes tinham cárie.

Tratar os dentes com qualidade era privilégio de quem podia pagar, e pouca gente podia. “É um modelo elitista”, avaliou, em 1983, o então presidente do Sindicato dos Odontologistas do Rio de Janeiro, José Roberto Pontes.

Esse cenário mudou. Atualmente, mais de 50% da população vai ao dentista anualmente, de acordo com pesquisa do IBGE, e somente os planos odontológicos atendem quatro vezes mais pessoas do que o total que tratava os dentes há 40 anos. O brasileiro, hoje, entende que uma boca saudável é fundamental para a saúde em geral e percebe o valor do sorriso em suas interações pessoais e profissionais.

Diante disso, as empresas detectaram a oportunidade de proporcionar esse desejo aos funcionários em suas políticas de RH. “Os planos odontológicos, junto com a previdência privada, são os benefícios mais procurados pelas empresas atualmente”, diz o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Paulo Sardinha.

Além dos fatores satisfação e comprometimento buscados em todos os benefícios, o plano odontológico concorre para outra meta empresarial, que é diminuir o absenteísmo. Boa parte das doenças laborais que afastam trabalhadores das suas atividades têm as primeiras manifestações na boca, sobretudo quando relacionadas problemas de origem física, química e biológica. Consultas odontológicas periódicas, portanto, são capazes de diagnosticar precocemente essas doenças que, em estágio avançado, traz graves prejuízos para a saúde do profissional e para a empresa.

Mais do que isso, entretanto, a comum dor de dente é uma das causas que mais contribuem para o absenteísmo. Mesmo quando não provoca as faltas, a condição é responsável pelo chamado “absenteísmo branco”, que é quando o profissional vai ao trabalho, mas é incapaz de desempenhar a função satisfatoriamente por causa da dor. Essa situação é grave, pois prejudica a produtividade e aumenta o risco de acidentes com consequências muito mais sérias do que a ausência do trabalhador.

Por fim, o plano odontológico é um benefício com ótimo custo-benefício, com um preço para a empresa menor do que o valor observado pelo funcionário.

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