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Corretora tem que ser parceira em ações de diminuição de custos do plano de saúde

Em:05/12/17 Por:barela

O papel da corretora não pode terminar quando vende o plano. Ela dever oferecer assistência para o cliente controlar os custos do contrato

Para contratar um plano de saúde empresarial, o mais indicado é procurar uma corretora para intermediar a compra. A empresa vai definir qual o perfil do cliente e, em seguida, analisar o mercado em busca da melhor opção de acordo com as necessidades dos beneficiários e interesses do contratante. Essa tarefa é indispensável na relação cliente – corretora, mas não é a única, longe disso.

A função da corretora é que o cliente tenha o melhor custo-benefício no plano empresarial. Para alcançar esse objetivo é fundamental, sim, contratar com critérios, mas também é obrigatório ter uma boa gestão do benefício, que significa principalmente controlar os custos do contrato. E a corretora pode oferecer apoio nesse sentido.

As melhores empresas oferecem um pacote de serviços que inclui, além da intermediação na contratação, know how para a implantação de programas de promoção à saúde, uso consciente do plano, e adoção de mecanismos que combatem desperdícios e fraudes. Veja algumas ações que podem ter a colaboração da corretora quando ela inclui a administração do plano nos serviços:

– Relatório de sinistralidade

O contrato do plano empresarial terá uma “meta de sinistralidade” definida previamente. Quanto mais alta, maior o preço inicial. Porém, com o tempo, essa relação pode se inverter, pois, caso a meta seja muito baixa ela provavelmente será ultrapassada justificando reajustes altos. Por isso, é importante definir uma meta realista. Neste caso, a corretora pode colaborar no desenvolvimento de um relatório de sinistralidade. Com base no histórico de sinistros de empresas com o mesmo perfil, vai estabelecer estimativas confiáveis para a meta do cliente.

– Sinistralidade pela carteira total da operadora

Em alguns contratos, a empresa pode optar pelo reajuste baseado na taxa de sinistralidade de toda a carteira da operadora em vez do cálculo pelos sinistros ocorridos exclusivamente entre seus funcionários. Essa providência serve para diluir o risco e é indicada para companhias menores, com pouco funcionários, nas quais poucos – ou um único – eventos graves impacta significativamente na taxa de sinistralidade. A corretora pode colaborar para orientar a escolha.

– Coparticipação

A empresa pode adotar o sistema de coparticipação, ou de franquias, no qual o funcionário paga uma parte da conta no caso de consultas e exames. Mesmo quando o percentual é pequeno, simbólico até, serve como um fator para que o beneficiário avalie com mais cuidado a necessidade do procedimento. As vantagens e desvantagens do mecanismo para as necessidades da sua empresa podem ser discutidas com a corretora.

– Segunda opinião médica

A empresa pode incluir no plano o serviço de segunda opinião médica em caso de indicação de procedimentos mais complexos, como cirurgias, por exemplo. Não é raro nesses casos ser possível resolver o problema de saúde com tratamentos mais simples, e baratos, sem prejuízo para o paciente. A corretora também pode orientar a contratação desse serviço.

– Programas de promoção à saúde

Funcionário – como qualquer pessoa – saudável não precisa de médico com frequência, não falta ao trabalho e não inflaciona a taxa de sinistralidade. Este princípio básico justifica a adoção de programas de promoção à saúde que podem implantados com a colaboração da corretora.

– Uso consciente

O funcionário tem que usar o plano de saúde. Para que ele perceba e valorize o benefício e, principalmente, para que previna ou obtenha um diagnóstico precoce de doenças que podem levar a um quadro grave. Dessa maneira, os profissionais cuidam adequadamente da saúde e a empresa ganha com produtividade e satisfação no ambiente de trabalho. E, além disso, controla a taxa de sinistralidade inibindo tratamentos complexos caros que poderiam ser evitados.

Essa utilização, no entanto, não pode levar ao desperdício. Muitas vezes funcionários e dependentes querem “aproveitar o plano da empresa” para usufruir de tudo o que a medicina moderna oferece e isso quase nunca é necessário, nem recomendado. À empresa cabe buscar o equilíbrio, conhecido como uso consciente. Boas corretoras têm grande expertise nessa área.

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