Como controlar os custos do plano de saúde empresarial

 em Sua Empresa

Há quase duas décadas, os custos dos planos de saúde empresariais crescem num ritmo três vezes maior que a inflação. O excesso de consultas e exames médicos, somado a outros fatores, tem levado pequenas empresas e grandes organizações a buscarem alternativas para controlar as despesas e continuar oferecendo o benefício para os funcionários.

É importante entender que mesmo no sistema privado, nós pagamos pelos serviços médicos que realizamos, seja você ou seja a empresa. Porém, ao invés de pagar cada procedimento de forma avulsa, paga-se uma taxa mensal para utilizar os serviços que o plano proporciona.

Nas empresas, o cálculo é feito por meio da Sinistralidade. Essa palavra estranha é a conta que as operadoras fazem, anualmente, para medir os custos e a utilização do plano por todos os funcionários. Se o resultado ultrapassar o percentual estipulado em contrato, a empresa poderá sofrer reajustes acima do previsto.

Por esse motivo, manter o equilíbrio da Sinistralidade é a principal maneira de controlar os gastos com saúde. E usar bem o plano faz com que o reajuste possa ser menor. Pensando nisso, separamos abaixo cinco bons hábitos para começar a incentivar na sua empresa!

 

Cinco dicas para reduzir os custos do plano de saúde

  1. Antes de assinar a guia médica, veja se os serviços escritos estão de acordo com o realizado. Guarde seus exames e leve-os nas consultas. Muitos possuem validade prolongada e não precisam ser repetidos.
  2. O pronto-socorro não deve ser utilizado para realizar consultas eletivas, muito menos atuar na prevenção. Só devemos recorrer a ele em reais situações de urgência ou emergência, pois seu objetivo é nos tirar da situação de risco. E toda vez que vamos ao hospital, podemos ser expostos a outras doenças.
  3. Se você tem reembolso do seu plano, lembre-se que ele tem um grande impacto nos custos. Por isso, é recomendada sempre a utilização dos médicos credenciados do convênio. Caso precise usar um médico particular, não divida os recibos: essa prática é considerada fraude.
  4. O médico que o acompanha deve ser a primeira pessoa a ser informada a respeito do que acontece com sua saúde. Tenha um médico de confiança, que conheça o seu histórico. Ele poderá esclarecer dúvidas sobre a doença que está sendo tratada e orientar qual o especialista adequado para te atender.
  5. Por último, devemos pensar em saúde como nossa responsabilidade. Então, lembrando que 50% da sua saúde depende de bons hábitos, você já sabe o que fazer: não fume; beba bastante água; não se automedique; faça atividades físicas regularmente; consulte-se pelo menos uma vez ao ano com seu médico de confiança, e procure-o sempre que aparecer algum sintoma novo.

 

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